domingo, 13 de julho de 2014

Receita de Família: Torta Creme de Maçã


Essa torta é um doce que tenho o gosto na boca desde criança.   Receitinha de família mesmo!!!!

TORTA CREME DE MAÇÃ

MASSA:
3 xíc de chá de farinha de trigo
1 tablete de margarina culinária
1/2 xíc de chá de gordura hidrogenada
2 ovos 

1 xíc de chá de açúcar
1 col de chá fermento (Royal)
Juntar todos os ingredientes e amassar com os dedos (está massa é conhecida como : massa podre), deve ser aberta entre duas folhas de plástico.

RECHEIO:
5 maçãs grandes 
1 xíc de chá de água
1 col de sopa de baunilha
1 xic de chá de açúcar
1 gema
Descascar as maçãs e bater no liquidificador com a água.
Levar ao fogo e acrescentar o açúcar e a baunilha, deixando engrossar um pouco.
Tirar do fogo e adicione a gema batendo bem com um fouê. (como se escreve isso????)

MONTAGEM:
Com a massa, forre uma forma e faça uma muretinha ao redor, coloque o creme de maçãs se quiser pode decorar com tirinhas de massa ...

Assar por 40 minutos em forno 200 graus, polvilhe canela.

Fica simplesmente divina, é para comer ajoelhada agradecendo a Deus ...  

Bom apetite e fiquem em paz



segunda-feira, 26 de maio de 2014

Leia isso: Os pilares da Terra



Quando li "Mundo sem fim" do mesmo autor, achava que havia lido o melhor dos melhores, até pegar esse aqui ... são 941 páginas de pura aventura, amores, persistência, sofrimento, realizações ... simplesmente maravilhoso.  Demorei tanto para comprar, que quando consegui comecei a ler imediatamente.
Não perca se você tiver oportunidade de ler.


Um mergulho na Inglaterra do século XII e na construção de uma catedral gótica. Emocionante, complexo, pontilhado de coloridos detalhes históricos, Os Pilares da Terra, de Ken Follet, traça o painel de um tempo conturbado, varrido por conspirações, intricados jogos de poder, consciência e surgimento de uma nova ordem social e cultural. O livro, , que há mais de 20 anos conquista leitores e já vendeu mais de 18 milhões de exemplares em 30 idiomas. Na década de 70, quando Kenneth Follett ainda era um repórter do London Evening News, ele visitou uma catedral na cidadezinha de Peterborough, para passar o tempo enquanto o trem não chegava. A visita foi o início de uma obsessão que levou quinze anos para se transformar no livro que muitos consideram o melhor do autor de O buraco da agulha. Ao invés de manipular uma trama recheada de espiões e agentes secretos, como é o seu costume, Follett mergulha, aqui, na Inglaterra do século XII e na construção minuciosa de uma catedral gótica. 

A figura que melhor expressa os ideais que inspiraram Ken Follett a escrever este livro é Philip, prior de Kingsbridge, um homem que luta contra tudo e todos para construir um templo grandioso a Deus. Mas a galeria de personagens que gravitam em torno da catedral inclui Aliena, a bela herdeira banida de suas terras, Jack, seu amante, Tom, o construtor, William o cavaleiro boçal, e Waleran, o bispo capaz de tudo para pavimentar seu caminho até o lugar do Papa, em Roma. Como painel de fundo, uma Inglaterra sacudida por lutas entre sucessores prováveis aos trono que Henrique I deixou sem descendentes.

Romance de qualidade que resiste a modismos literários e atravessa gerações de leitores como referência no segmento de tramas históricas, Os pilares da terra também é o mais popular dos livos de Follett. Mesmo 20 anos depois de seu lançamento, o título vende mais de 100 mil exemplares por ano só nos Estados Unidos e voltou a ocupar o primeiro lugar nas listas em 2007, quando foi escolhido livro do mês pelo The Oprah Book Club. O livro manteve-se na lista dos mais vendidos por seis anos no Rino Unido, Itália, Alemanha e, no Brasil, é um dos destaques do catálogo da Rocco, por onde ganha reimpressões sucessivas desde o seu lançamento.

Em 2010, a saga histórica e Follett ganhou uma bem-sucedida adaptação para a TV, orçada em U$ 40 milhões, produzida por Tony e Ridley Scott, com grande elenco e sete indicações aos Emmy Award. A série apresentou a história a um nova audiência em potencial. Nos EUA, foram mais de 8 milhões de telespectadores, sucesso absoluto de audiência também na Espanha, Itália, Alemanha e Holanda.

Épico que consegue captar simultaneamente o que acontece nos castelos, feiras, florestas e igrejas, Os pilares da terra é a recriação magistral de uma época que nossa imaginação não quer esquecer.





Leia Isso: Inferno - Dan Brawon


Inferno, a nova aventura do professor Robert Langdon, não difere muito muito dos outros livros escritos pelo escritor Dan Brown, seguindo a fórmula, roteirizada de antemão, que o consagrou como best-seller: estão lá os capítulos curtos, que fornecem a história em pílulas de novas informações cheias de ação e reviravoltas, com ganchos que prendem a atenção do leitor até o(s) desfecho(s) final(is) – geralmente decepcionante em livros do gênero. Criatividade para formular uma trama mirabolante e talento para manter a curiosidade do leitor aguçada até o final, são o suficiente para transformar um autor limitado em fenômeno de vendas e em Inferno, assim como também em O Código Da Vinci, Dan Brown injeta em sua fórmula uma história bastante interessante. E boas histórias às vezes podem salvar maus livros.
Acordando com amnésia em Florença, Itália, Langdon passa o tempo todo fugindo de assassinos ao lado da misteriosa e inteligentíssima dra. Sienna Brooks. Como consequência de sua amnésia, Langdon tem pesadelos com rios de sangue, pessoas mortas e uma mulher de cabelos prateados que lhe diz uma frase enigmática: “busca e encontraras”. A sua única pista para desvendar o mistério sobre como foi parar na Itália, quem está o perseguindo e o porquê de sonhos tão incomuns é um pequeno projetor que mostra a tela de Botticelli Mappa dell’Inferno, que logo Langdon percebe ter sido adulterado.
Enquanto isso, uma agência secreta a bordo do navio Mendacium, especializada em ajudar seus clientes a realizar propósitos escusos, está prestes a revelar para o mundo os segredos obscuros de um cliente paranoico que colocou toda a humanidade em perigo e se suicidou.
sandro botticelli inferno
Mappa dell’Inferno, de Sandro Botticelli
Abordando preocupações reais como o excesso de pessoas no planeta e a escassez de recursos naturais, Dan Brown utiliza as questões pessoais de uma personagem que trabalha como alta funcionária da ONU o tempo inteiro como pista para as intenções do cliente misterioso (em uma rima narrativa pobre que quase passa despercebida). Ele não se furta de deixar transparecer que simpatiza com a solução idealizada por seu personagem meio gênio, meio louco. O que deixa toda a trama fascinante é o seu pano de fundo. As pistas escondidas nas mensagens nos levam através de Langdon a conhecer mais sobre Dante e o Inferno, livro primeiro da sua Divina Comédia - que em muito contribuiu para a noção de inferno adotada até hoje pela Igreja Católica -, e podemos viajar um pouco através da História contadas durante um “tour” entre as locações e suas construções e obras de arte em Florença, Veneza e Istambul. Dan Brown parece empenhado em rebater as críticas das imprecisões históricas em sues livros, encontrando soluções elegantes para fazer citações às suas fontes de pesquisa, que inclui até mesmo a Wikipedia – o que pode demonstrar uma vontade de não trapacear.
No final das contas Dan Brown permanece escrevendo de forma um tanto conservadora para o público médio que gosta de ver a redenção dos vilões, o romance entre os protagonistas, as revelações de que nada é tão mau quanto parece e o bem sempre triunfa – chega a constranger a passagem onde cita, com bom humor, o desconforto de Langdon diante da “quantidade de pênis expostos” em um local com estátuas de homens nus. Apenas em um breve momento o livro traz algo que parece revelar algo criativo, mas capítulos adiante notamos que caímos em uma das pegadinhas do livro. 

Dan Brown e sua literatura de entretenimento cumprem bem o seu papel de divertir em Inferno, um thriller com personagens carismáticos, bastante ação e uma história que, apesar de seu desfecho um pouco decepcionante, nos leva o tempo todo a querer descobri-lo. E se o principal positivo na leitura de um best-seller, como bem apontou Danilo Venticinque na Época, é ser introduzido a autores clássicos, Inferno deixa com vontade de tirar correndo o exemplar de A Divina Comédia da estante.

Robert Langdon


 Candidatas à dra. Sienna Brooks



Leia isso: 11º Livro da Irmandade da Adaga Negra


Qhuinn está acostumado à solidão. Repudiado por sua linhagem e evitado pela aristocracia, ele finalmente encontrou uma identidade como um dos lutadores mais brutais na guerra contra a Sociedade Redutora. Mas sua vida não está completa. Mesmo que a perspectiva de ter uma família esteja ao seu alcance, ele está vazio por dentro, com o coração entregue a outra pessoa….
Blay, depois de anos de amor não correspondido, acredita já ter superado Qhuinn. E já era hora: o homem parece ter encontrado o seu par ideal em uma fêmea Escolhida, e eles terão um filho, exatamente como Qhuinn sempre quis. O destino parece ter levado a vida desses vampiros soldados em direções diferentes… 
Mas a batalha pela liderança da raça se intensifica, e os novos jogadores na cena de Caldwell estão criando um perigo mortal para a Irmandade. Qhuinn finalmente descobre a verdadeira definição de coragem, e os dois corações que estão destinados a ficar juntos… finalmente se tornam um.


 Qhinn


Blay


sábado, 7 de setembro de 2013

Leia isso... Garota Exemplar

 Ganhei esse livro do meu filho Fabrízio no Dia das Mães de 2013 ... fiquei muito emocionada, como vocês sabem muito bem, amo livros, e ele teve todo um trabalho de pesquisa para escolher esse ... AMEI!!!!  ...
Bom, diga-se de passagem, o Fabrízio sempre que me presenteia, costuma acertar em cheio!!!!


Uma das mais aclamadas escritoras de suspense da atualidade, Gillian Flynn apresenta um relato perturbador sobre um casamento em crise ...
Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi.
Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite.
Pressionado pela polícia e pela opinião pública e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados.
Sim, ele parece estranhamente evasivo, e sem dúvida amargo, mas seria um assassino?

  Como sempre ... coloco rostos nos personagens assim que começo um livro .... e esses dois ai caíram muito bem durante a trama!! 


Amy também tem um gatinho lindo ... o Bleecker ... o papel dele não e muito relevante ao contexto, porem fico o tempo todo pensando ... Quem alimentou o gato? rrrssss

Gillian Flynn (nascida em 1971) é uma escritora americana e critica televisiva na Entertainment Weekly.
Ela publicou três livros: Na própria carne (2006), Dark Places (2009), e Garota Exemplar (2012).


Peco desculpas a falta de alguns assentos ... meu teclado estah totalmente fora de si!!!! rsssss

domingo, 16 de junho de 2013

Leia isso: 10º livro da Irmandade da Adaga Negra






Décimo volume da série Irmandade da Adaga Negra, Amante renascido conta a história do vampiro Tohrment. Há muito tempo eu realmente queria ler algo sobre Tohr, o seu jeito como o vampiro mais equilibrado da Irmandade foi algo que sempre me atraiu na personagem, fazendo com que ele fosse um dos meus Vampiros preferidos, depois dele virão Wrath, Zsadist e John Matthew, claro. Parte de sua história, porém, já havia sido contada nos livros anteriores, sendo em maior parte em Amante Meu, o 8º  volume da Irmandade.


Mas a escolha de Tohr como protagonista para essa décima empreitada me pegou de surpresa. Lendo Amante Libertada, imaginei que Qhuinn seria o próximo da lista a ganhar um livro próprio. Havia muitos capítulos com ele e nenhum (ou quase nenhum) com Tohr, como J. R. Ward sempre conta uma história paralela à principal que acaba virando o piloto do livro seguinte e em Amante Libertada a subtrama estava bem concentrada em Qhuinn, imaginei que o vampiro finalmente teria a sua história contada. Isso porém não aconteceu e Tohr é o protagonista da vez. E para deleite dos seguidores da série, o livro é incrível.

Tohr sofreu uma grande perda e desapareceu, retornando tempos depois com o anjo Lassiter. O vampiro jamais se recuperou da perda, porém não deixou de lutar contra os Redutores. Seu sofrimento causou problemas físicos, pois ele deixou de se alimentar do sangue de uma fêmea.

Em contrapartida No’One, uma vampira que chegou à mansão da Irmandade para cuidar de Payne, tem a chance de ajudar Tohr a recuperar a sua antiga forma física, alimentando-o. Assim, surge algo que ambos não contavam, uma paixão que vira amor. Mas nem tudo ocorre bem e o casal passará por diversas situações que atrapalharão a relação, até conseguir o esperado final feliz.
E o grande mestre da aproximação de ambos é o anjo Lassiter que tem  missão de ajudar uma alma a passar finalmente para Fade, pois depois de sua morte tal alma ficou presa numa espécie de purgatório, conhecido como Limbo

Uma coisa que tenho notado é o fato da autora deixar um pouco de lado a luta com a Sociedade Redutora. Realmente com a introdução de um novo grupo de vampiros em Caldwell, recém chegados do Mundo Antigo, o foco da Irmandade passou a ser manter Wrath no trono e eliminar o bando de vampiros.

Além de Tohr, ganharam destaques na trama, Qhuinn, ainda sofrendo com seu caso não resolvido com Blay, e cuja história será contada no próximo volume, Lover at Last. Também Xhex e John, que eu adoro como um casal pena que ficaram um pouco exclusos da história, separados e com muitas DR’s ....
E achei bem interessante o momento entre Xcor, o líder dos vampiros rivais, e da Escolhida Layla, passando uma impressão bem diferente do vampiro, mostrando que ele não tem somente um lado vingativo e violento. Meio ele capaz de amar e não é tão mal assim.

Não gosto do vampiro Xcor,  muito menos ainda de sua aparência ... de tão feio as moçoilas mundanas levam um baita susto quando são apresentadas a fera, mas mesmo assim é uma personagem que ajudou a dar mais vivacidade para a trama. E espero que no futuro, com esse lance com a Escolhida Layla, ele possa ganhar seu próprio livro. Isto é, se ele não cair nas mãos da Irmandade primeiro, o que parece mais provável.

Termino dizendo que o desfecho é um dos mais lindos que já li.  J. R. Ward acertou em cheio.


Observação: os livros da Irmandade da Adaga Negra são voltados ao público adulto, pois contém cenas de sexo, explicitamente descritas.

resenha daqui ...  com meus pitacos  OK ...

 - Mania é mania ...  quando leio um livro dou caras e bocas aos personagens ....  ai estão "meus"  Tohrment e Autumn ...

1- Amante Sombrio (Dark Lover) — Wrath e Beth Randall
2- Amante Eterno (Lover Eternal) — Rhage e Mary Luce
3- Amante Desperto (Lover Awakened) — Zsadist e Bella
4- Amante Revelado (Lover Revealed) — Butch Ou’Neal e Marissa
5- Amante Liberto (Lover Unbound) — Vishous e Jane Whitman
6- Amante Consagrado (Lover Enshrined) — Phury e Cormia
7- Amante Vingado (Lover Avenged) — Rehvenge e Ehlena
8- Amante Meu (Lover Mine) — John Matthew e Xhex
9- Amante Libertada — Manny e Payne
10- Amante renascido — Tohr


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